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Orientação e Mobilidade: A Influência Dessas Práticas na Vida do Deficiente Visual

  • Foto do escritor: Ivete T. Pappen Gonçalves
    Ivete T. Pappen Gonçalves
  • 30 de mai. de 2018
  • 1 min de leitura

A cada início de um ano letivo, novos desafios são reservados para a vida de um professor, e na sala de AEE - Atendimento Educacional Especializado não é diferente, pelo contrário, cada aluno com suas particularidades são novas motivações para aperfeiçoar técnicas e procedimentos e atender a todos com qualidade.

Foi por meio de formações que conheci o Sistema Braille e as Técnicas de OM - Orientação e Mobilidade, e no AEE que tive o primeiro contato com alunos DV - Deficientes Visuais.

A orientação é o processo que envolve os sentidos, isto é, capacitar o aluno de reconhecer e estabelecer a posição com o meio, através da descrição oral do ambiente, já a mobilidade consiste em proporcionar condições que facilitem independência e segurança nas atividades de locomoção em diversos ambientes.

Uma das muitas experiências desenvolvidas no AEE foi conhecer e igualmente aprender com o aluno Ricaom, um aluno que perdeu a visão aos 09 anos por consequência de uma meningite. Por 2 anos ele estudou na EMEB. Taciana Balth Jordão e foram muitas as práticas desenvolvidas e saberes compartilhados.

Neste início do ano de 2018 recebemos em nossa unidade escolar a aluna Jhullye, que teve sua perda visual devido à retinopatia da prematuridade, e hoje, aos 10 anos encanta a todos com sua alegria e confiança.

Com ambos os alunos foram usadas técnicas de OM, onde aprenderam orientações básicas do uso da bengala no cotidiano como caminhar na rua, contornar obstáculos, orientar-se pelo piso tátil, deslize, rastreamento e autoproteção.



 
 
 

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